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Posts na categoria ‘Schnittke’

Alfred Schnittke (1934 - 1998): Trio Sonata / Concerto para Viola

Este é um CD que talvez agrade até os mais hostis à música contemporânea. Se a Trio Sonata ainda guarda um pouco de seriedade,o Concerto para Viola é puro bom humor. Yuri Bashmet, o intérprete, desenvolveu uma carreira de grande sucesso internacional como violista, mas depois, como tantos instrumentistas talentosos de sua geração fazem, passou [...]

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Schnittke (1934 -1998): String Quartet n.4

É com grande alegria que termino o delicioso livro do Arthur Nestrovski – Outras Notas Musicais. O livro é um compilação dos últimos dez anos da vida musical desse crítico, músico, poeta e agora, diretor artístico da Osesp. Mais ou menos 95% das críticas foram impressões vividas nas salas de concertos de São Paulo. Os [...]

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Alfred Schnittke (1934-1998): Life with an idiot

O libreto e o romance A vida com um Idiota, do compositor russo Alfred Schnittke, é de Viktor Erofeyev. A ópera foi apresentada pela primeira vez em Amsterdam, no ano de 1992. É uma alegoria da opressão soviética. Resumo resumidíssimo:
Primeiro ato: como castigo por não trabalhar duro o suficiente, “Eu” é forçado pelas autoridades [...]

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Alfred Schnittke (1934-1998): Concerto Grosso Nº 1, Quasi una sonata, Moz-Art à la Haydn

No tempo em que comprei este CD, em 1991, Schnittke era “o mais celebrado compositor soviético”. Assim como seu país mudou, Schnittke mudou muito como compositor ao longo da vida. Antes influenciado por Shostakovich, depois adotou o poli-estilismo — uma coisa divertidíssima que pode ser ouvida neste Concerto Grosso de cordas enlouquecidamente vivaldianas e tangos [...]

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Schnittke (1934 -1998): Symphony no.1

Depois de 1970, com as barreiras destruídas, o mundo da música clássica não experimentou algo que pudéssemos chamar de “nova escola”. Pelo menos não tão significativa como o classicismo, romantismo ou serialismo. Como não há escola, podemos dizer que a liberdade é máxima. Por outro lado, o compositor não tem uma estrutura onde se amparar. [...]

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Schnittke (1934 -1998): Gogol Suite; Labyrinths

Quem nunca se deliciou com as obras de Gogol entende pouco a alma russa. O descrédito às instituições e à burocracia é fonte, por exemplo, da ótima e engraçada peça Inspetor Geral, o conto O Nariz e o grande romance semi-queimado Almas Mortas. O humor de Gogol transcende seu tempo e parece impregnar a arte [...]

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Schnittke (1934 - 1998) - Concerto Grosso No.1 - Quasi una Sonata - Moz-art à la Haydn - A Paganini

Por pouco deixei que minhas idéias sobre música moderna limitassem as minhas experiências sonoras. “Não entendo esta música”. Claro, um ouvinte sempre salvo pelo tom dominante; não poderia se sentir seguro quando esta luz era apagada. Mas a música de Schnittke, mesmo quando tonal, é escura, angustiosa e macabra. O ouvinte não terá conforto com [...]

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