Aqui vai o último dos cinco melhores CDs de obras de Amaral Vieira. Os demais serão postados ao longo dos próximos quinze anos. Também deixo um brinde, enviado por um dos visitantes do blog a quem agradeço desde já, embora não lembre de seu nome.

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Stabat Mater e Missa pro defunctis

1. Stabat Mater, Op 240: 1. Stabat Mater
2. Stabat Mater, Op 240: 2. Cujus animam
3. Stabat Mater, Op 240: 3. O quam tristis
4. Stabat Mater, Op 240: 4. Quae moerebat
5. Stabat Mater, Op 240: 5. Quis est homo
6. Stabat Mater, Op 240: 6. Quis non posset
7. Stabat Mater, Op 240: 7. Pro peccatis
8. Stabat Mater, Op 240: 8. Vidit suum dulcem
9. Stabat Mater, Op 240: 9. Eia Mater
10. Stabat Mater, Op 240: 10. Fac ut ardeat
11. Stabat Mater, Op 240: 11. Sancta Mater
12. Stabat Mater, Op 240: 12. Tui nati vulnerati
13. Stabat Mater, Op 240: 13. Fac me tecum
14. Stabat Mater, Op 240: 14. Juxta crucem
15. Stabat Mater, Op 240: 15. Virgo virginum
16. Stabat Mater, Op 240: 16. Fac ut portem
17. Stabat Mater, Op 240: 17. Fac me plagis
18. Stabat Mater, Op 240: 18. Flammis ne urar
19. Stabat Mater, Op 240: 19. Christe
20. Stabat Mater, Op 240: 20. Quando corpus morietur
21. Missa por defunctis, Op 187: 1. Introitus
22. Missa por defunctis, Op 187: Kyrie
23. Missa por defunctis, Op 187: 2. Dies Irae
24. Missa por defunctis, Op 187: 3. Offertorium
25. Missa por defunctis, Op 187: 4. Sanctus
26. Missa por defunctis, Op 187: Benedictus
27. Missa por defunctis, Op 187: 5. Agnus Dei
28. Missa por defunctis, Op 187: 6. Libera me

Orchestra: Slovak Philharmonic Orchestra
Choir: Slovak Philharmonic Choir
Conductor: Marian Vech

Soloists
Adriana Kohutkova, soprano
Denisa Slepkovska, mezzo-soprano
Simon Somorjai, tenor
Stanislav Benacka, baritone
Vladimir Kubovcik, bass

[Gratíssimo ao Avicenna pelos dados deste CD]

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Poemas de Amor y Uma Canción Desesperada opus 179b
Versos de Pablo Neruda & Música de Amaral Vieira

1. Amaral Vieira, Brasil:
Cuerpo de Mujer, para canto e piano [3:46]

2. Ignacio Cervantes, Cuba (1874-1905):
La Celosa, dança cubana para piano [1:07]

3. Amaral Vieira, Brasil:
En su llama mortal, para canto e piano [3:07]

4. Enrique Soro, Chile (1884-1954):
Zamacueca, baile popular chileno para piano [3:00]

5. Amaral Vieira, Brasil:
Ah vastedad de pinos, para canto e piano [2:40]

6. Alberto Williams, Argentina (1862-1954):
Cortejo campestre, para piano [2:45]

7. Amaral Vieira, Brasil:
Es la mañana llena de tempestad, para canto e piano [2:44]

8. Armando Palmero, Bolívia (1900-1968):
Poema Índio, para piano [1:43]

9. Amaral Vieira, Brasil:
Te recuerdo, para canto e piano [4:39]

10. Dalmiro Costa, Uruguai (1836-1901):
La Pecadora, Habanera para piano [3:21]

11. Amaral Vieira, Brasil:
Para mi corazón, para canto e piano [3:04]

12. Reynaldo Hahn, Venezuela (1875-1947):
Si mes vers avaient des ailles, para piano [1:20]

13. Amaral Vieira, Brasil:
Puedo escribir los versos más tristes, para canto e piano [5:56]

14. Amaral Vieira, Brasil:
La Canción Desesperada, para canto e piano [7:04]

ELOISA BALDIN, meio-soprano
AMARAL VIEIRA, piano

Gravação ao vivo: Memorial da América Latina
Primeira gravação mundial
Selo Vela/Concertos 22-C005

[Obrigado ao Antônio Duarte pela relação de faixas. Em retribuição, reproduzo o comentário dele acerca deste CD]

É uma grande alegria ter o Stabat Mater de Amaral Vieira disponibilizado neste blog. Já escrevi anteriormente que considero essa a mais importante obra sacra de compositor brasileiro. Como já tenho este cd, comentarei sobre o Tributo a Neruda, que é uma novidade para mim. Já pudemos constatar nas obras sacras que A. Vieira escreve magnificamente bem para a voz e isso se confirma nas 9 canções incluídas neste post. É admirável o lirismo de “Te recuerdo” e “Para mi corazon”, o drama de “Es la mañana llena de tempestad” e de “La Canción Desesperada”, a delicadeza de “Ah vastedad de pinos”, a sensualidade de “Cuerpo de Mujer”. As pequenas jóias latino-americanas para piano que entremeiam as canções são tocadas de modo muito refinado. É difícil imaginar que o cd inteiro tenha sido gravado ao vivo no Memorial da América Latina de São aulo, que tem uma das mais complicadas acústicas do planeta. Eloisa Baldin uma vez mais comprova sua excelência na interpretação de obras de Amaral Vieira (já a conhecíamos nas gravações da Fantasia-Coral e do Magnificat). Uma única ressalva: na reprodução do fundo de caixa do cd, Eloisa Baldin consta como soprano, mas no meu modesto entender o seu registro está mais para meio-soprano ou até mesmo contralto.

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CVL